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EventosProva de Vinhos Quinta Monte D'Oiro - 12.Nov.2007
Para encerrar o calendário de provas em 2007, o Forno da Cidade convidou o Eng. José Bento dos Santos da Quinta do Monte D'Oiro para apresentar os seus vinhos e a sua gastronomia. O objectivo do produtor é a elaboração de vinhos de alta qualidade de estilo europeu, respeitando as características do terroir – uma combinação única de solos e clima. Os vinhos da Quinta do Monte d’Oiro têm um grande sentido gastronómico. São vinhos com uma identidade própria: profundos, minerais, densos, personalizados e com um perfil eminentemente talhado para acompanhar em perfeita harmonia uma culinária rigorosamente elaborada – pratos de genuína cozinha regional, cozinha clássica ou alta cozinha.
Num teste aos mais exigentes paladares, cada vinho foi acompanhado de um prato especial e para estimular todos os sentidos os presentes puderam desfrutar de diversas versões do Capricho nº 24 de Paganini enquanto saboreavam os petiscos preparados pelo conceituado enólogo e gastrónomo José Bento dos Santos.
: Lote de Syrah tinto 2006 : Vinha da Nora tinto 2002 : Quinta do Monte D'Oiro Reserva tinto 2003
Além dos tradicionais Bolo Rei, Sonhos, Peru e Leitão, são novidade o Bolo-Rei Escangalhado e a Delícia da Cidade. As iguarias especialmente produzidas para a quadra festiva estavam expostas na sala principal e fizeram as delícias dos presentes no final das prova. O Forno da Cidade estará aberto nos dias 24 e 31 de Dezembro para entrega de encomendas.
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É
este sentido gastronómico que distingue os vinhos da Quinta do Monte d’Oiro,
situada na região da Estremadura e com uma forte tradição na produção de vinho.
O
primeiro vinho em prova foi o branco Madrigal 2006, acompanhado de tomate
recheado com alheira e espinafres, um prato que estimula os quatro paladares.
Seguiu-se o tinto Têmpera 2004, «O único vinho capaz de se bater com os
tempranillos espanhóis», segundo José Bento dos Santos, e que foi acompanhado de
um Bacalhau à Quinta do Monte d’Oiro, com crosta de broa de milho e azeite. A
Costeleta de Borrego Panada à Provençal foi servida com o tinto Aurius de 2002,
um vinho que utiliza a casta nacional Touriga e Syrah. Seguiu-se a prova de
quatro Syrahs, entre eles o Quinta do Monte d’Oiro Syrah e o Vinha da Nora
Reserva 2002, um Syrah com um toque de Cinsault. Com os vinhos chegou o Capricho
nº 24 de Paganini, tema tocado ao longo da prova em diversas variações que
inspiraram Brahms, Rachmaninov e Andres Lloyd Weber, numa versão em sapateado
que encerrou a prova.
Os
vinhos apresentados passaram a integrar a Garrafeira do Forno da Cidade e
estavam disponíveis para venda no final da prova.
Nesta prova foram também apresentados
os produtos confeccionados pelo Forno da Cidade para as Ceias de Natal e
Reveillon.